O paradoxo da felicidade

07 junho, 2016



O sucesso profissional e a independência financeira viraram grandes e importantes alvos a serem alcançados pelas pessoas do século XXI, fato este que nos faz presenciar e viver o corre-corre do dia a dia.

São pessoas que assumem mais compromissos do que conseguem realizar, estão sempre conectadas com meios tecnológicos de comunicações como o celular e as redes sociais, desfilam com roupas de grifes, carrões que são trocados muito rapidamente por outros modelos mais novos... e por aí vai.

Em contrapartida assumem diversas dívidas para manterem esse padrão de vida que é sugerido pela sociedade, onde muitos se enganam e pensam ser felizes e realizados por obterem bens materiais, enquanto outros realmente conseguem definir o vazio e a angústia que nada preenche.

Quase nunca tem tempo para as pessoas próximas que merecem sua atenção e seu carinho. Cada vez que se afastam, ficam presas nesse mundinho solitário, que está embutido muito secretamente as insatisfações pessoais que levam a se entregarem a qualquer tipo de prazeres e diversões momentâneas.





A vida precisa ser mais do que isso! Precisa ter um real significado e propósito.

A busca constante de nos tornamos pessoas melhores, de sermos tudo aquilo que podemos ser, ultrapassarmos nossos limites e evoluirmos emocionalmente cada vez mais é tarefa árdua, mas que traz significado e sentido para nossa vida emocional.


Viver é muito mais que adquirir bens materiais que irão permanecer na terra quando a vida acabar.

Seja consciente nos momentos de escolhas na sua vida. Preserve os momentos e as pessoas. Não importa qual a sua idade, o resto da sua vida está aí, a sua frente, viva da melhor maneira que puder. 

Não perca tempo com superficialidades.



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Notas:
                   1. Autora: Fernanda Almeida Cavalcanti
                                   Psicoterapeuta Sistêmica Familiar em Montes Claros/MG
                                   Atende Casais, Famílias e Individual

                  2. Este texto já foi publicado no jornal 'De Notícias' de Montes Claros e no jornal 'O                                       Barranqueiro' de São Francisco, no ano de 2015.



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